quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Somos administradores de nosso futuro?

A forma de que como queremos levar a vida e até em que ponto queremos fazer-la atingir, tem uma variância de determinação com objetivos. A vida futura deve basear-se em investimentos instrucionais, assim podendo desempenhar um planejamento com certo traçado de uma meta.
O termo “mudar para ser o mesmo” deve ser tratado como uma essência. Devemos sempre nos atualizar, nos instruir e nos adaptar com novas tecnologias, mas não devemos nos deixar levar por suas magníficas praticidade. Temos que ter a sensibilidade que é com nossas ações e atitudes que mudaremos todo um percurso que nos levará a um patamar desejado.
Não existe uma palavra certa que nos torne administradores de nosso futuro, e sim uma pergunta: “O que você quer ser na vida, e a que ponto você pretende chegar?”. Feito esta, e consecutivamente você tendo sua resposta, você passa a ser administrador de seu futuro. Para que esta administração seja bem direcionada, você precisa capacitar-se naquilo que possa levar-te ao alvo desejado.
Uma pergunta muito intrigante é: “Será que o meu passado de sucesso, garante o meu futuro?”. A pergunta trata-se de uma questão de subjetividade. Qualquer experiência vil que você possa ter passado, serve sim para um futuro brilhante. Quando bem trabalhado suas experiência junto a oportunidades aproveitadas, isso gera certa coragem e determinação, assim, podendo comparar a uma ambrosia tão desejada a qualquer pessoa que queria vencer na vida.


* texto feito para o curso de Administração

domingo, 2 de outubro de 2011

Nosso mundo, agora meu mundo

Minhas intenções foram das melhores. Ainda prevalece a distância em nossa vontade, mas o perto ainda estar em meus rasos desejos.
Perdoe-me se algum dia lhe fiz chorar ou até mesmo se rebaixar às suas próprias convicções, minhas intenções foram das melhores. Mas o que fazer quando tudo o que você faz não é o suficiente? O que fazer quando tudo o que você toca desmorona? O que fazer em momentos em que você quer o bem de alguém, e ao mesmo tempo pode desmoronar todo um progresso feito.
Perdido no próprio mundo que criamos, aqui estou. Venho andado sem mapa nas ruas e cidades que construímos juntos, e me perco em todas as esquinas em que me deparo. Pode lhe parecer uma utopia eu dizer que não quero sair deste mundo, mesmo não sabendo como.
O pior que hoje eu sinto o peso do nosso mundo todo sobre mim, e lhe garanto que carregar um fardo sozinho não é nada fácil. Vejo ilhas afundando, montanhas desmoronando e as flores murchando. Tentar salvá-las é um total erro, quando tento ajudar as coisas pioram quando toco. O nosso mundo já não tem vida.
Mas o que fazer quando tudo o que você faz não é o suficiente? O que fazer quando tudo o que você toca desmorona?
Desculpe-me por tudo, mas as minhas intenções sempre foram das melhores.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A Nossa Música

O que será que acontece quando toca a nossa música? O que será do nosso pensamento e sentimento quando nos deixamos levar pela nossa canção?
Ando pela rua olhando a lua. Ando pensando, imaginando que fosse a tua rua. Ando apenas caminhando...
Ando vivendo de uma forma em que algo faça sentido sem você, mas infelizmente parte foi contigo. Vivo de forma intensamente perigosa, vivo sem coração. Lembro-me perfeitamente que um dia lhe disse: Toma, é o único que eu tenho, cuide bem dele. Hoje vivo num corpo onde nada mais bate, muito menos algo importante habita.
Não existiu mais inspiração, nada mais teve emoção e nada mais teve prazer.
Lembro-me que em nossa canção chorávamos juntos, como lembro que nós éramos eternos sonhadores de um dia sermos realizadores de utopia. Lembro que fomos melhores amigos, e que nem sempre tudo era mais amor.
Recordo de que nada vale a pena na vida se não soubermos quem verdadeiramente somos, e que quem pensa que a distância faz esquecer, esquece que a saudade faz lembrar.
De sua vida nada sei, de nada tenho notícias. Mas espero que algum dia você entenda o crime hediondo que cometeu ao me matar em nosso livro de história.
Mais nossa música ainda continua viva, viva como o arvorecer de uma nova primavera. Talvez seja ela a causadora de toda um construção merecidamente contemplada pelos deuses. Nossa música vai ecoar pelos quatro cantos do universo do meu quarto, para que os planetas em cada canto da parede escute e sinta a vibração de algo que já derrubou o pior muro, o sentimento.
Faça da nossa música a mais linda canção, só não esqueça do que ela significou. Faça da nossa música a melodia para novos amores. Só não faça que nossa música seja de outro.

Kiss me
Beneath the milky twilight
Lead me
Out on the moonlit floor,
Lift your open hand
Strike up the band and
Make the fireflies dance
Silver moon sparkling.
So, kiss me.

sábado, 20 de agosto de 2011

Mãe, eu quero ser um Rockstar!

Mamãe eu quero ser um Rockstar. Mãe! Eu quero sair de casa, quero satisfazer meus desejos e realizar minhas confusas utopias.
Pai eu quero a sua benção, pois sei que minha mãe vai ser totalmente negligente à minha loucura, sei que você é homem como eu e entende que preciso ver a cara da vida.
Amigos quero sumir para algum lugar onde haja uma estrada, pois sei que estradas sempre levam a algum lugar. Quero sentir o vento batendo em meu límpido rosto, e presenciar a liberdade fazendo de mim uma metamorfose.
Mamãe eu quero ir para a cidade, quero ver as luzes brilhando em outras cores. Sei que acima do nosso céu azul há um céu negro chamado universo, e que por trás das estrelas há um infinito a descobrir. Mãe não quero ser a estrela, só quero estar entre elas.
São muitos quereres para um simples menino como eu. Mas realmente eu quero botar o meu violão nas costas e o perigo de baixo do meu braço, e sentir o cheiro da aventura em seu pescoço. O meu perigo com toda certeza será alguma pessoa louca como eu que, comigo dividirá meu contundente sucesso.
Vou sair pelo mundo com minhas calças rasgadas como minha vida. Não que minha vida seja um buraco no meio de algo, mas ela tem fiapos de emoção sabe!?! Mas será deste jeito que quero traçar o rumo não da minha vida, mas da minha felicidade.
Mãe, o jeito que vivo é muito bom e feliz. Mas para quem é ambicioso, tudo é pouco. Então entenda minha decisão. Vou sair vida e estrada a fora, pois quero ser um rockstar. Caso um dia eu volte do mesmo jeito que estou indo, saiba que irei voltar pelo menos feliz.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Cartas a esmo

Mais um vez escrevo uma carta para você, mas que na verdade é escrita somente em sua intenção, pois sei que em tuas mãos não irá chegar. Esta ficará jogada a esmo, junta com tantas outras que já escrevi à ti.
Cartas, cartas e mais cartas.
São apenas papéis com escritas sentimentalistas. Poderia eu considerar assim, mas a junção de ambos a batizam de cartas. São escritas com palavras que eu gostaria de falar pessoalmente, mas como são variantes as reações, prefiro que fiquem a esmo. Prefiro que estejam sempre comigo, para que um dia um possa me enviar e ler... saber que minhas palavras não foram escritas apenas pela veemência do momento, e sim, pelo sincero sentimento direcionado mentalmente a ti.
Nossa! Quantas cartas, quantos sentimentos. Preferi que ficassem a esmo, para que minhas palavras nunca mais o machuque. Não suporto mais o martirizar, e vê-lo agir com uma felicidade falsa de um 'tudo bem'. Isso é um suplício agonizante para eu presenciar de forma calada.
Se estas cartas realmente fossem enviadas, você iria ver a reação das pessoas sobre nós. Pois é hediondo a forma de como nos matamos a troco de nada. Por isso prefiro ser lépido ao guardar esta carta quando terminar de escrever, pois ela é mortal contém palavras dizendo "eu te amo".
Possuo cartas que são totalmente envenenadas, estão escritas "Ainda te amo" do início ao fim. O veneno é mais mortal quando está escrito "Você ainda está em mim" em letras garrafais. São cartas com sentimentos, pois ainda sou fagueiro.
Me sentiria muito culpado se estas cartas algum dia chegasse até ti. Sei que lhe fará muito mal, a ponto de eu ser condenado por homicídio qualificado. Sem direito a fiança por violar as cláusula pétreas do amor, irei mofar na cadeia do esquecimento.
Me perdoe se algum dia uma destas cartas fugir de meu baú e ir em direção ao dono, pois nenhum filho suporta ficar longe do pai. Não é a minha intenção lhe machucar com palavras, é apenas a minha forma de dizer a mim mesmo que você ainda existe em meu pensamento.
Que esta e outras cartas fiquem a esmo, a meu esmo!

RMiranda

domingo, 10 de julho de 2011

Entre as línguas e a boca.

Música para se escutar enquanto ler: http://www.4shared.com/audio/C5fcMHvv/Goo_Gool_Dolls_-_Iris.htm


É entre as bocas que se cruzam um sentimento. É entre as línguas que se faz o combustível da ilusão romântica. Ao som de uma boa música, eu sinto o seu abraço nunca recebido. Nossa como ele é quente e acolhedor.
Em meu ouvido você fala je t'aime, e eu respondo me too. Na agenda escrevi miss you, e nas estrelas vi formar il mi amore. É entre línguas que nos falamos, entre amores nos entendemos e com as bocas nos tocamos.
Quero poder pegar em suas mãos, e olhar em seus olhos como se mirasse um lindo eclipse. Quero poder fazer uma rosa sangrar vinho para matar a sua sede, e fazer chover em forma de espiral. O no encontro da gota e o chão, poder dançar um valsa com o som do natural.
Quero deixar o esmo e dançar a eterna valsa dos três minutos. Quero tanta coisa, que nem sei mais qual de nós é o personagem mais fictíssimo desse sonho.
Combinaremos então de fecharmos os olhos. Deixaremos as bocas se encontrarem, e as línguas falarem por nós. Seja em que língua ela falar, ela irá falar apenas a verdade. Irá falar o quanto nos amamos.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O tempo não sabe de nada


Dizem que o tempo é o melhor remédio; que o tempo sabe o que faz; que o tempo trás toda a sabedoria necessária. Pois digo que o tempo não sabe de nada. A ampulheta esta viva, a areia cai, e ela gira de acordo com um novo amanhecer.
O que fazer quando o tempo faz você agir no presente, pensando em um passado para poder planejar e vivenciar um futuro?
O tempo não sabe de nada. A única coisa de que ele sabe, é que haverá um amanhã. Mas se você pertencerá a ele, não compete-o a saber.
Muito vi pessoas morrem, assim como nascerem. Vi plantas nascerem, assim como morrerem. Vi... vi... apenas te vi e nada fiz pelo nosso tempo.
Hoje me veio sua imagem com toda a perfeição. Nossa como o tempo mudou, e na minha memória ainda continua viva a tua voz, a tua face angelical, o teu gestos e o teu sorriso saindo por trás de seus lábios dizendo sempre o meu nome.
Lembrei de como a brisa era mais leve, de como a cidade foi mais sentida, de como nossa casa mais aproveitada e explorada. Lembrei, de tudo. De tudo que me causa náuseas de bem estar.
Nossa como o tempo não sabe de nada. O tempo mudou, nossas vidas mudou. Sua aparência mudou. Não me vejo como um velho ao olhar para trás, muito menos me vejo como um simples não sei...
Vi com perfeição você, eu e nós. Vi, apenas vi. Mas de nada senti. Minto, senti sim. Senti uma louca vontade de lhe dar um tiro e ao mesmo tempo correr para me jogar na frente.
Até quando o tempo vai ser o que ele pensa ser?
Só sei que o tempo não sabe de nada, de nada sabe. Apenas faz o trabalho dele, que é girar a ampulheta.